A maternidade costuma ser imaginada como um período apenas de felicidade. Mas, para muitas mulheres, o pós-parto também pode ser atravessado por dor emocional, solidão e um sofrimento que quase ninguém vê.
A depressão pós-parto é mais comum do que se fala — e precisa ser olhada com responsabilidade, empatia e acolhimento.
Fui convidada a refletir sobre como reconhecer os sinais que vão além das oscilações emocionais esperadas, a importância da rede de apoio e os caminhos possíveis de cuidado para que nenhuma mulher precise atravessar esse momento sozinha.
Falo sobre como a DPP não é fraqueza nem incapacidade materna. Ela envolve fatores biológicos, psicológicos e sociais, e buscar ajuda é um ato de coragem e amor.
Se você está vivendo esse período, este texto é um convite para se tratar com mais gentileza. E, se conhece alguém que está, talvez seja a oportunidade de oferecer presença e escuta.
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👉 Vamos falar sobre depressão pós-parto?