✨ “Ao fechar um ciclo, não precisamos ser heróis — precisamos ser honestos conosco.”
Foi com essa frase que compartilhei, na entrevista ao jornal argentino El Día, uma das reflexões que mais têm me acompanhado nos últimos anos: a de que nem todo fim de ano precisa ser uma corrida por resultados. Às vezes, o maior aprendizado vem justamente do que não saiu como esperávamos.
🔗 Leia a entrevista completa aqui.
Quando chega dezembro, é natural revisarmos metas, decisões e promessas. Mas também é o momento em que muitos de nós caímos em uma armadilha silenciosa: a autocrítica excessiva.
Falamos com dureza, esquecendo que crescer emocionalmente é um processo, não um resultado. E que amadurecer não é fazer tudo “certo” — é aprender a se tratar com mais compaixão quando as coisas não acontecem como o previsto.
Durante a conversa com o El Día, falei sobre como essa autocompaixão é essencial para fechar ciclos de forma mais saudável.
Quando deixamos de medir nossa vida apenas por metas cumpridas, abrimos espaço para enxergar as pequenas conquistas invisíveis: um limite respeitado, uma conversa difícil enfrentada, uma escolha feita com mais consciência.
Frustração, para mim, é um sentimento que ensina. Ela nos mostra onde ainda estamos presos a expectativas irreais e nos convida a ajustar o olhar — não para desistir, mas para seguir com mais autenticidade.
Encerrar o ano sem se castigar não significa ignorar os erros, mas reconhecê-los como parte do caminho.
Se eu pudesse deixar uma mensagem para esse momento de virada, seria esta:
💬 “Nem sempre o que não deu certo foi um fracasso. Às vezes, foi apenas a forma que a vida encontrou de nos fazer mudar de direção.”